Lula da Silva, de criminoso a pacificador, ou a bipolaridade da Assembleia da República

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O ADN é um partido totalmente isento em relação ao criminoso Lula da Silva, que agora ocupa o lugar de Presidente do Brasil, pelo que, não deixa de ser irónico que os partidos do sistema demonstrem a sua bipolaridade em relação aos interesses nacionais ou tenham uma falta de consciência por tudo aquilo que os portugueses estão a passar no seu dia-a-dia, em grande parte devido à manutenção de uma guerra que continua a ser patrocinada pelos EUA e pela União Europeia, porque os interesses dos fabricantes de armas e dos dirigentes políticos ao serviço do globalismo precisam de ser acautelados e recompensados, isto, depois de 2 anos de pandemia, onde as guerras foram escassas e os lucros provenientes do fabrico de armas foram muito reduzidos.

No entanto, não deixa de ser irónico que a maioria dos partidos portugueses se sentiu à vontade para comemorar um feriado nacional na Assembleia da República com um criminoso que foi acusado e/ou condenado pela justiça brasileira pelos crimes de corrupção passiva, de lavagem de dinheiro, de obstrução de justiça, dos crimes de tráfico de influência, organização criminosa e que só saiu da prisão e que apenas se pode recandidatar ao cargo de Presidente do Brasil, devido a uma mera questão processual patrocinada pelos seus amigos no Supremo Tribunal Federal.

Todavia, quando esse criminoso, tal qual um relógio avariado que acerta nas horas duas vezes por dia, apela à paz e fala contra os interesses dos fabricantes de armas e da manutenção de uma guerra que levou a Europa para uma nova recessão e os portugueses a pagar uma factura que não é nossa, a maioria das “damas” ofendidas do parlamento português dizem que, afinal, Lula da Silva já não é bem-vindo a Portugal.

O ADN, em primeiro lugar, defende sempre, os interesses de Portugal e dos portugueses e só depois os interesses da Europa, da Ucrânia ou de qualquer outro país, mas a lavagem cerebral que os portugueses têm tido ao longo dos últimos anos faz com que muitos queiram sacrificar o nosso país para entrar numa guerra mundial e quem ousa contrariar a narrativa determinada pelos globalistas é apelidado de pró-Putin ou simplesmente cancelado pelos órgãos de comunicação social, sem que haja a possibilidade de discutirmos um meio-termo.

Relembramos que a posição do ADN sempre foi a favor da paz e contra o envio de armamento para a Ucrânia, tal como exposto no nosso comunicado do passado dia 28 de fevereiro e que podem consultar no nosso site: https://adn.com.pt/o-adn-apela-a-paz-na-europa-e-ao-fim-do-envio-de-armamento-para-a-ucrania/

O ADN não se vende aos interesses nacionais ou estrangeiros e rejeitamos por completo a dicotomia “ou és a favor da Ucrânia ou és pró-Putin”!

As tuas liberdades, direitos e garantias estão a ser violadas.

O ADN é o único partido que nunca permitirá que mexam nas leis fundamentais.

Junta-te a nós e saberás como ser um resistente às políticas globalistas.