A NACIONALIZAÇÃO DO CRIME EM PORTUGAL

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Portugal sempre foi conhecido por ser um país de “brandos costumes” e muito seguro, livre de uma criminalidade violenta. Todavia, em grande parte, devido a uma das mais permissivas “leis da nacionalidade” que actualmente vigoram no mundo, abrimos o país aos criminosos mais perigosos.

Um desses criminosos, que tinha decidido viver em Portugal, é o líder do PCC em Portugal. Leonardo Serro dos Santos, também conhecido por “Carioca”, de 47 anos, acabou de ser preso. Porém, o “Carioca”, ao invés de ser apanhado pela polícia numa cave escondida de um qualquer bairro perigoso dos arredores de Lisboa ou do Porto, foi preso pela Interpol, nos Emirados Árabes Unidos, depois de ter assistido aos jogos do Brasil no Catar.

O PCC, não confundir com o partido comunista chinês, é a maior e mais perigosa organização criminosa no Brasil, com pelo menos trinta e três mil membros. As iniciais significam Primeiro Comando da Capital e começou como uma espécie de “sindicato” dos presos, para reivindicar melhores condições nas prisões brasileiras, porém cresceu de forma que se estruturou como um cartel dedicado ao tráfico internacional de estupefacientes. Está presente nos países que mais produzem drogas na América latina.

O PCC opera em Portugal há algum tempo e consequentemente na Europa, porque o nosso país tornou-se a porta de entrada para a Europa, usada pela imigração ilegal e pelo crime.

A facilidade com que se obtém a nacionalidade portuguesa é usada para fomentar o crime de estrangeiros (trans europeus) na Europa. Assim fez Leonardo, tendo já adquirido a nacionalidade portuguesa. Vivia há alguns anos em Cascais, especificamente na freguesia da Parede. Ali, Leonardo controlava a chegada de milhares de quilos de cocaína ao nosso país.

Há informação de que já era vigiado pela Polícia Judiciária e é por isso que não se percebe porque não foi preso em Portugal. Paralelamente à prática de crimes de narcotráfico, o “Carioca” usava a capa de empresário de jogadores de futebol. Em 2019, criou uma empresa para “importação e exportação de produtos alimentares e bebidas” e dedicava-se ainda a eventos e restauração.

No Brasil, já fora decretada a prisão preventiva ao “Carioca”, acusado pela Polícia Federal de tentar enviar oito toneladas de cocaína para a Europa, no âmbito da Operação Turfe. Era também investigado nos EUA. Conseguiu mesmo assim operar em Portugal, recrutando criminosos para o PCC em território português.

Cascais é, actualmente, um abrigo para o crime estrangeiro, onde líderes de máfias vivem impunemente. Quantos membros terá já o PCC em Portugal? Que negócios pelo país serão usados para lavar dinheiro de droga? Quantos de outras organizações criminosas com origem em outras nações, estarão a lucrar entre nós?

A nacionalidade portuguesa não é apenas portuguesa, mas o direito a circular e a ter acesso a toda a UE. Temos uma lei da nacionalidade das mais permissivas do mundo, que faz portugueses instantâneos, sem escrutinar nada acerca de quem é adicionado a Portugal e à Europa. Até quando se dará a nacionalidade portuguesa a qualquer um que queira entrar? Vamos deixar os mesmos de sempre continuar a levar este país para o abismo?

Urge darmos lugar a governantes patriotas que defendam a nossa soberania e não tenham apenas objetivos de enriquecimento pessoal. É preciso acabar com a nacionalização do crime. Não é todo o que fala português que pode ter direito imediato, ou quase, à nacionalidade portuguesa. Não poderemos parar o crime, enquanto formos governados por corruptos.

Que futuro queremos para Portugal e para os nossos filhos?

https://www.jn.pt/justica/lider-do-pcc-na-europa-vivia-em-portugal-e-foi-vigiado-pela-pj–15511421.html

As tuas liberdades, direitos e garantias estão a ser violadas.

O ADN é o único partido que nunca permitirá que mexam nas leis fundamentais.

Junta-te a nós e saberás como ser um resistente às políticas globalistas.