ADN impedido de falar na Assembleia da República

Em Julho passado o ADN enviou um documento à Comissão 1.ª de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, que está a apreciar na especialidade a lei da Morte Medicamente Assistida Não Punível.
Nesse documento, o qual foi publicado nas nossas redes sociais, assinalámos várias ilegalidades que constam nos projectos-lei propostos pelos partidos com representação parlamentar e as situações em que é necessário afastar toda e qualquer incompatibilidade da prática da Eutanásia com os Códigos Deontológicos das Ordens dos profissionais diretamente envolvidos.
Também referimos a necessidade de se garantir a inviolabilidade do Consentimento Informado, clara e inequivocamente, expresso e que é intolerável termos uma rede miserável e desestruturada de cuidados continuados e paliativos.
Lamentavelmente, a Comissão parlamentar, que é constituída pelos representantes dos partidos com assento parlamentar, rejeitaram a audição do ADN, provavelmente com receio de que as câmaras na AR, que filmam o que se passa nessas audiências, gravassem as denuncias da falta de seriedade com que se fazem projectos-lei e em que se potencializam negócios à custa do sofrimento de outros.
Esta recusa em ouvir o ADN é inaceitável em Democracia, principalmente quando concerne a um tema desta natureza porque social e eticamente fracturante.
Mais uma vez, os avençados dos grandes grupos empresariais nacionais e supranacionais pensam que tudo podem fazer contra os superiores interesses dos portugueses.
E também se desenganem aqueles que julgam que o ADN irá vacilar perante os obstáculos que nos colocam diariamente. Pelo contrário, na nossa curta história de menos de um ano, já mostrámos ser resilientes o bastante e que somos o verdadeiro partido anti-sistema, que não irá desistir de lutar pela verdade, razão pela qual, cada vez mais pessoas se mostram arrependidas não nos terem dado o seu voto e a sua confiança nas últimas eleições.

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