Perguntas frequentes
O FAQ abaixo apresenta as dúvidas mais comuns que são enviadas através de nossos seguidores. Caso tenha quaisquer outras dúvidas, preencha o formulário através do ligação contactos.
O ADN defende um controlo rigoroso das fronteiras. Quer que a imigração seja regulada, ordenada e que beneficie primeiro os portugueses. É contra a entrada descontrolada de imigrantes ilegais.
Não. O ADN não é contra os imigrantes que entram legalmente, trabalham e respeitam as leis portuguesas. É contra a imigração ilegal em massa e contra quem entra sem controlo.
O ADN defende uma política de imigração mais seletiva e controlada, com regras claras, com o ônus nos empregadores e nos emissores de documentos, como os atestados de residência. Não defende expulsões em massa nem soluções radicais, mas quem não está a contribuir, tem de sair. Prefere focar no controlo das fronteiras e na proteção dos trabalhadores portugueses. O Pacote Laboral pode ser a via verde para a invasão de imigrantes.
Defende que quem está ilegalmente deve ser identificado e, quando aplicável, devolvido ao país de origem. Quem está legalmente e cumpre as regras pode continuar, desde que respeite a lei.
O ADN defende a redução dos impostos sobre o trabalho e sobre o consumo, para que as pessoas fiquem com mais dinheiro no bolso. Acredita que impostos mais baixos estimulam a economia.
Há muito espaço para reduzir impostos! O Orçamento de 2026 tinha uma rubrica de despesas indiscriminadas de mais de 13 mil milhões.
Há muito espaço para reduzir impostos! O Orçamento de 2026 tinha uma rubrica de despesas indiscriminadas de mais de 13 mil milhões.
Não defende o fim total do IRS, mas quer uma reforma profunda do sistema fiscal que reduza a carga sobre os trabalhadores e a classe média.
Através da redução de impostos, combate à especulação imobiliária e controlo da imigração descontrolada, que considera estar a pressionar os preços da habitação e dos serviços.
O ADN defende o consentimento informado. Considera que ninguém deve ser obrigado a tomar uma vacina e que as pessoas têm o direito de conhecer todos os riscos e benefícios antes de decidir.
Não é contra vacinas em geral. É contra a obrigatoriedade e contra a falta de transparência em relação a algumas vacinas, especialmente as da COVID-19.
O ADN é contra a promoção da ideologia de género nas escolas. Defende que as crianças não devem ser expostas a este tipo de conteúdos sem o consentimento dos pais e considera que isso pode confundir as crianças.
Não. O ADN defende que todas as pessoas têm direitos e devem ser respeitadas. O que rejeita é a imposição de ideologias nas escolas e na sociedade, especialmente quando envolve crianças.
Não defende a saída da União Europeia. Defende, sim, que Portugal recupere mais soberania nas decisões importantes e que não aceite imposições que prejudiquem os portugueses. O Tratado de Lisboa foi um grande erro.
É crítico em relação ao excesso de poder das instituições europeias e defende que as decisões mais importantes devem ser tomadas em Portugal e pelos portugueses.
Defende penas mais duras para crimes graves e mais apoio às forças de segurança. Considera que a sensação de insegurança aumentou nos últimos anos.
Defende a vida desde a conceção, mas reconhece que há situações excecionais previstas na lei. Considera que o aborto não deve ser usado como método contracetivo.
Defende a família como pilar da sociedade e considera que as políticas públicas devem apoiar as famílias com filhos e reduzir o IRS das mães com mais filhos.
O ADN define-se como um partido nacionalista ,conservador, sincrético, nunca de extrema-direita. O ADN rejeita liminarmente qualquer tipo de rótulo.
Não há vacinas obrigatórias, mas o que o ADN defende é a liberdade de escolha e o consentimento informado! Qualquer tipo de certificado é uma restrição à liberdade.
Defende que os apoios sociais devem existir para quem realmente precisa, mas não devem criar dependência. Prefere políticas que incentivem o trabalho e a autonomia das pessoas.
Não nega as alterações climáticas. Rejeita que as alterações sejam antropogénicas e rejeita principalmente as políticas radicais, que prejudicam a economia portuguesa e aumentam o custo de vida das famílias, sem resultados reais.
