A Hipocrisia Descarada em Almada – Roubo de Água, Bairros Ilegais, Imigração Descontrolada e o Fracasso do Wokismo Autárquico
Almada será o primeiro de muitos concelhos onde a aplicação da Agenda 20/30 será destrutiva!
Não será somente falhas no abastecimento de água. Serão cortes sucessivos em diversos serviços.
Protestos de centenas de moradores (mais de 1.500 na Costa da Caparica exigindo soluções e demissões), e a presidente da Câmara, Inês de Medeiros (PS), finalmente admite parte da verdade: o roubo de “baixadas” de água (ligações clandestinas, puxadas, desvios de rede e furtos), as habitações ilegais e a falta crónica de fiscalização contribuem para o caos.
No comunicado oficial da Câmara e em entrevistas, destacam o consumo médio absurdo de 300 litros por habitante/dia em Almada (contra os cerca de 180 litros da média nacional). Mas afinal estão a juntar as perdas aos consumos de quem paga?
Reforçam equipas de fiscalização… agora, quando o reservatório está quase vazio e os almadeneses que pagam impostos é que sofrem.
Mas isto não é um “evento extremo” surpresa. É o resultado previsível de anos de gestão danosa autárquica, tolerância zero à lei e políticas “progressistas” de integração a qualquer custo que permitiram o crescimento explosivo de verdadeiros bairros de lata.
O Escândalo dos Bairros Ilegais: Penajoia e Raposo
Barracas triplicaram em apenas três anos. Mais de 800 a 2.000 construções precárias em terrenos do Estado (IHRU), com milhares de pessoas (muitos imigrantes) a viver sem água canalizada, luz legal ou saneamento.
Estes núcleos, que começaram a explodir por volta de 2020, são descritos pela própria Câmara como um dos maiores bairros de génese ilegal do país neste século. A autarquia enviou cartas ao Governo a pedir ajuda urgente, acusando o IHRU de inação. O IHRU responde que o problema está na falta de acção municipal.
Enquanto isso, os moradores destes bairros fazem puxadas ilegais de luz e água que sobrecarregam a rede e afetam diretamente os bairros legais vizinhos.
Vídeos irrefutáveis (Repórter Sábado – NOW Canal):
- 1.ª parte: Debate sobre as puxadas ilegais de luz do bairro clandestino da Penajoia: Ver vídeo
- 2.ª parte: Continuação, com denúncias de prejuízos e E-redes recebida a tiro: Ver vídeo
Moradores do Matadouro vivem há mais de 18 meses em terror com cortes constantes de electricidade.
A Crise da Água: Roubo, Falta de Fiscalização e os 300 Litros
A autarca aponta agora às “puxadas” e furtos, especialmente em zonas como Penajoia, onde vídeos mostram água a correr livremente para a via pública em plena crise: Ver vídeo da água a correr
Debates no NOW Canal e Renascença confirmam que era previsível: Ver vídeo | Explicador
O Papel da Imigração e do “Wokismo” Autárquico
Estes bairros são povoados em grande parte por imigrantes em situação precária. A autarquia tem planos de integração e se gaba de ser “acolhedora”. O resultado? Guetos paralelos, roubo de recursos e prejuízo para todos.
Imagens da realidade nos bairros ilegais
Imagem 1: Barracas em Penajoia – Ver fonte
Imagem 2: Área degradada no bairro ilegal – Ver fonte
Hipocrisia Total
Isto não caiu do céu. Foi permitido por falta de fiscalização durante anos, sob políticas woke que priorizam narrativa em vez de lei e planeamento.
Agora admitem pedaços da verdade mas continuam o passa-culpas. Protestos crescem.
Provas e Links Completos
- RTP: Autarca admite ligações clandestinas
- Comunicado Câmara (300 litros): Ver comunicado
- PÚBLICO (barracas triplicaram): Ler artigo
- Expresso (carta ao Governo): Ler artigo
- SIC Notícias (cortes de luz): Ler artigo
- Observador (18 meses sem luz): Ler artigo
- Imigrantes nos bairros ilegais: Ler artigo
Conclusão
Almada é o exemplo perfeito do fracasso: gestão danosa + wokismo sem limites + falta de fiscalização = roubo generalizado, bairros ilegais, crise de serviços e hipocrisia política.
Os contribuintes merecem responsabilidade real.
Hipócritas. O povo já viu o suficiente o suficiente do Wokismo Progressista.

