O Império Invisível da Mentira: A Denúncia do ADN contra o Project Syndicate, o Império Soros-Gates e a Captura Total da Mainstream.
O ADN – Alternativa Democrática Nacional – tem sido uma das poucas vozes em Portugal que denuncia, sem rodeios nem medo, o que a maioria da comunicação social finge não ver: uma rede transnacional de influência financiada por George Soros e Bill Gates que, através do Project Syndicate e da Open Society Foundations, molda a opinião pública, impõe uma agenda globalista e captura os grandes jornais portugueses. São factos crus, números públicos e ligações financeiras irrefutáveis, agora expostos num artigo revelador do Medialobo (23 de Novembro de 2025): Gates e Soros injectaram €7,7 milhões no Project Syndicate – cerca de 7 milhões de dólares da Gates Foundation mais €700.400 da Open Society de Soros. E o que recebe Portugal em troca? Artigos de opinião “prontos a usar” publicados no Expresso, no Diário de Notícias, no Jornal de Negócios e, anteriormente, no Público. Uma agência presente em 156 países e que serve 543 meios de comunicação, criada com o apoio directo da Open Society, onde o próprio Soros já assinou 119 colunas. Agenda-setting puro: definem as “tendências políticas, económicas e estratégicas ideológicas” que os nossos jornais reproduzem como verdade revelada.
Isto não é jornalismo independente. É propaganda paga por bilionários estrangeiros que detestam os Estados-nação, que detestam Portugal e os portugueses, as fronteiras e a soberania nossa soberania. O Project Syndicate não é um “fórum de ideias”. É o megafone oficial da “sociedade aberta” sorosiana: migração em massa, supranacionalismo, wokismo e a erosão lenta da democracia real. E a União das Liberdades Civis da Europa (Liberties.eu), outra ONG directamente apoiada pela Open Society Foundations, completa o pacote: pressiona Bruxelas por mais regulação “progressista”, mais controlo sobre o discurso e mais poder para quem define o que é “direito humano”. O ADN denuncia esta teia há anos. Agora temos os números: €7,7 milhões só para esta agência que alimenta a mainstream portuguesa.
E a comunicação social mainstream? Totalmente capturada. Os grandes diários portugueses não investigam nem questionam: limitam-se a publicar, dia após dia, o conteúdo pré-mastigado do Project Syndicate. Aceitam parcerias, subsídios indirectos e “fact-checkers” alinhados com a mesma rede. Ao mesmo tempo, o Governo português, através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 127/2021, injecta dinheiro público na Lusa – a agência de notícias do Estado – que depois alimenta todo o ecossistema mediático com a narrativa oficial. É um circuito fechado e autofinanciado: bilionários estrangeiros + ONGs sorosianas + subsídios estatais = monopólio da “verdade”. O cidadão paga a factura duas vezes: com os impostos que vão para a Lusa e com a perda de pluralismo que resulta desta captura.
O padrão repete-se por toda a Europa. O ADN tem alertado para a publicação sistemática e repetida. Cinco governos de quem eles não gostam, a agenda globalista avança sem oposição e atacam que nem cães raivosos: ONGs financiadas por Soros infiltram-se nas instituições, media e partidos, criam o terreno ideológico e, quando o povo reage, activam o mecanismo de anulação, o ataque verbal, a censura.
A notícia é repetida em vários órgãos de comunicação social (Diário de Notícias, SAPO, CNN Portugal, Renascença, 24 Notícias) revela o modus operandi clássico da rede Soros: a ONG União das Liberdades Civis da Europa (Liberties), financiada maioritariamente pela Open Society Foundations de George Soros, publica um relatório que acusa cinco governos da UE (Bulgária, Croácia, Eslováquia, Hungria e Itália) de “desmantelar o Estado de Direito”.
O padrão é sempre o mesmo: Soros financia a ONG → a ONG produz o relatório com a narrativa desejada → a mainstream europeia e portuguesa amplifica acriticamente a mensagem, rotulando governos soberanistas como ameaça à democracia. Trata-se de uma operação coordenada de pressão política e deslegitimação, usando o rótulo “Estado de Direito” como arma contra quem resiste à agenda globalista de fronteiras abertas e supranacionalismo. Mais uma vez, o financiador, a ONG e os media actuam em uníssono.
O caso da Roménia é o exemplo mais recente e escandaloso: um candidato anti-globalista surge das redes sociais, lidera as sondagens e o sistema inteiro – com o apoio implícito destas mesmas redes – invoca “interferência estrangeira” para o travar. Foi ensaiado. Foi planeado. E prepara-se o mesmo noutros países, incluindo Portugal.
Tudo converge para o controlo total da informação.
Por outro lado:
O Digital Services Act (DSA) da União Europeia é a arma jurídica: obriga as plataformas a censurar “desinformação” e “conteúdo ilegal” com uma velocidade e opacidade que só beneficia quem define a verdade – ou seja, a mainstream financiada por Soros e Gates. Em Portugal, o Governo (com o apoio complacente do PS e do PSD) avança com a legislação que proíbe o acesso livre às redes sociais aos menores de 16 anos. Dos 13 aos 16 anos, exige consentimento parental verificado pela Chave Móvel Digital. Soa a protecção das crianças? Enganam-se. É o cavalo de Troia perfeito para o registo obrigatório de todos os utilizadores online. A Chave Móvel Digital torna-se o passe para existir na internet. Quem não se registar fica fora. E quem não seguir a agenda globalista será facilmente identificado, monitorizado e silenciado.
É o pacote completo:
- €7,7 milhões de Gates e Soros a alimentar o Project Syndicate que enche os nossos jornais;
- ONGs como Liberties.eu a pressionar por mais regulação;
- DSA a institucionalizar a censura;
- legislação portuguesa sobre menores a introduzir o ID digital obrigatório;
- financiamento estatal à Lusa a fechar o círculo.
No final, só a mainstream – a “dona da verdade” quer circula livremente. Os patriotas, os soberanistas, os que questionam a migração descontrolada, a agenda woke ou a perda de soberania são rotulados de “extremistas” e apagados das plataformas. O ADN levanta a voz contra esta oligarquia globalista disfarçada de “valores europeus”. Portugal não pode continuar a ser o fantoche de Bruxelas e de bilionários estrangeiros que compram os nossos jornais com €7,7 milhões.
É tempo de acordar. O ADN denuncia. O povo português, se quiser recuperar a sua soberania e a sua liberdade de expressão, tem de fazer o mesmo. Antes que a censura digital e a “sociedade aberta” de Soros e Gates nos fechem a boca para sempre.
Assina a nossa petição para que o ADN possa levar ao parlamento e denunciar as diversas formas de censura, que a UE e os nossos governantes estão a preparar: https://peticaopublica.com/?pi=Soberania-Digital

