Pela Paz

Perante o recente ataque perpetrado pelos Estados Unidos da América e por Israel, o partido ADN reafirma, mais uma vez, a sua posição firme e coerente: a solução para os conflitos internacionais é o diálogo real e a paz.
O ADN tem sido, desde sempre, o único partido em Portugal a manter uma posição clara e constante de apelo à paz, sem cálculos políticos, sem alinhamentos automáticos, sem moralismos selectivos.
Tal como aconteceu no conflito entre Rússia e Ucrânia, assistimos novamente à incapacidade de muitos países e de muitos partidos, incluindo em Portugal, de criarem verdadeiras condições para o diálogo.
Prefere-se a retórica, o envio de armamento e o alinhamento estratégico, em vez da mediação séria e determinada para a paz.
Hoje, repete-se o mesmo erro.
Independentemente de gostarmos mais ou menos dos regimes envolvidos, sejam eles mais ou menos democráticos, o que está em causa deve ser sempre o primado do Direito Internacional e a defesa da estabilidade global. Não pode haver dois pesos e duas medidas. Não pode haver indignação selectiva conforme o interveniente.
O ADN entende que o actual modelo de Direito Internacional precisa de ser revisto e reforçado, para evitar a sua instrumentalização política e para impedir que critérios frágeis, subjectivos ou moralmente voláteis sirvam de justificação para intervenções militares. Se um princípio é válido, deve sê-lo para todos. Se uma acção é condenável num contexto, deve sê-lo noutro.
A paz não pode ser apenas uma palavra usada quando convém. A coerência exige que se defenda o diálogo em todas as circunstâncias.
Portugal deve assumir uma posição independente, promotora da diplomacia e da mediação, e não limitar-se a seguir agendas externas.
O ADN continuará a ser a voz firme da paz, do diálogo e da coerência internacional.
Pela Paz. Pelo Direito. Pela Coerência.

Autor

As tuas liberdades, direitos e garantias estão a ser violadas.

O ADN é o único partido que nunca permitirá que mexam nas leis fundamentais.

Junta-te a nós e saberás como ser um resistente às políticas globalistas.