ADN propõe ao Governo a suspensão imediata das portagens

Perante a situação de calamidade que afecta várias regiões do País, o ADN propõe ao Governo a suspensão imediata das portagens em todo o território nacional, durante todo o período de calamidade e, pelo menos, enquanto se mantiver o corte na A1, consoante o que durar mais tempo.
As ajudas às zonas mais afectadas chegam de todo o País. Empresas, bombeiros, voluntários e cidadãos deslocam-se diariamente para prestar apoio. Não faz sentido que o Estado continue a cobrar portagens a quem está a ajudar ou a lutar para manter a economia nacional a funcionar.
O corte de um troço da A1, principal eixo rodoviário do País, tem impacto directo na circulação de mercadorias, nos custos das empresas e no preço dos bens. Não é um problema local, é um impacto nacional que afectará toda a economia.
Acresce que, mesmo ao nosso lado, em Espanha, o Estado assegura a manutenção da rede rodoviária com um número residual de portagens. Não é aceitável que Portugal continue a sobrecarregar famílias e empresas em plena emergência.
Num momento de crise, as auto-estradas devem ser vias de apoio, não instrumentos de cobrança.

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