Lisboa, 17 de Junho de 2022 – O ADN – Alternativa Democrática Nacional responsabiliza o Governo pelo excesso de mortalidade que se verifica actualmente em Portugal.

Em Abril e Maio tivemos o maior número de mortes ocorridas em Portugal, pelo menos, nos últimos 40 anos, continuando a mortalidade, no mês de Junho, a manter-se muito acima do que seria expectável para esta época do ano.

As medidas farmacológicas injetáveis foram anunciadas pelo poder político em Portugal, como sendo a única forma de recuperarmos a nossa forma de vida normal, de acordo com a ordem Constitucional, ainda vigente.

A adesão da população foi generalizada, voluntária ou forçada por medidas discriminatórias implementadas pelo Regime, o que resultou em mais de 95% de pessoas terem tomado uma a quatro doses de uma substância contendo ou gerando ARN mensageiro. Essas injeções viriam a revelar-se ineficazes, de acordo com os números oficiais anunciados, não prevenindo na prática a ocorrência da doença designada como Covid-19, sendo seguidas por um agravamento do excesso de mortalidade por todas as causas, sobretudo nos grupos populacionais que era suposto proteger.       

“O ADN responsabiliza o Governo pelo excesso de mortalidade que se verifica actualmente em Portugal, em particular os elementos que integram a Presidência do Conselho de Ministros, mas não podemos esquecer a cumplicidade do Presidente da República, que está mais interessado em tirar fotografias com os seus admiradores do que em proteger os portugueses e a Constituição da República Portuguesa”, denúncia Bruno Fialho, presidente do ADN.

“A situação grave de mortalidade excessiva desde 2020, agravada em 2021 e que se prolonga no corrente ano, exigem uma oposição real ao Regime totalitário de base sanitária implementado pelo Partido Socialista, com o apoio da grande maioria dos partidos com assento parlamentar, incluindo o recurso sistemático a medidas ilegais.

A ausência de uma verdadeira oposição parlamentar, justifica a necessidade de uma forte tomada de posição por parte do ADN, a bem da saúde e bem-estar dos portugueses”, conclui Gabriel Branco, na qualidade de presidente do Conselho Nacional do ADN.

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