O partido ADN – Alternativa Democrática Nacional, recusa participar nos debates promovidos pela RTP Açores e Antena 1 – Açores por exigirem que todos os candidatos cabeças-de-lista realizem um teste antigénio à entrada, os quais não têm fiabilidade cientificamente comprovada e porque essa situação enquadra-se na situação de ditadura sanitária que temos tentado combater.

Lisboa, 4 de Janeiro de 2022 – O ADN relembra que Miguel Guimarães, bastonário da Ordem dos Médicos, avisou, que a “fiabilidade” dos autotestes ao covid-19 “é muito baixa”, alertado assim para a sua ineficácia. “Atenção que os autotestes… a fiabilidade é muito baixa”, disse o bastonário numa entrevista à agência Lusa, sublinhando ainda que “há vários estudos sobre isso”.

 “Estamos há quase dois anos a lutar contra uma fraude a vários níveis e não iremos pactuar para que se continue a deitar areia para os olhos dos portugueses. Para além do próprio Bastonário da Ordem dos Médicos ter vindo arrasar os testes antigénios, relembro que, decretado com base num teste, o RT-PCR, cuja fiabilidade e especificidade, para detectar matéria e carga viral, foi completamente destruída pelo Acórdão proferido pela 3ª secção Criminal do Tribunal da Relação de Lisboa, em 11/11/2020, e que transitou em julgado; o Acórdão nº 1783/20.7T8PDL.L1-3, proferido pela Desembargadora Margarida Ramos de Almeida, com votação por unanimidade ”, denuncia Bruno Fialho, presidente do ADN.

 “Os portugueses merecem que se diga a verdade sobre algumas questões da pandemia, custe a quem custar, porque, se num primeiro momento os nossos governantes e partidos com assento parlamentar prejudicaram a população em geral ao fechar o SNS a todas as pessoas que não estavam infectadas com Covid-19, adiado cirurgias e exames urgentes, e em particular os cidadãos adultos, nomeadamente os trabalhadores que perderam trabalho e/ou rendimentos, bem como os micro, pequenos e médios empresários, neste momento, o medo irracional que causaram na maioria da população está a fazer perigar a vida das nossas crianças com a tentativa de inoculá-las com algo que não precisam e de que se desconhece os efeitos secundários a curto, médio e longo prazo ”, afirma Bruno Fialho.

“Para além da questão da irracionalidade de realizarem testes antigénio sem fiabilidade comprovada, lamentamos ainda a discriminação contra os partidos sem assento parlamentar que continua em vigor nos órgãos de comunicação nacional, porque dizerem que vão dividir os debates em dois, nomeadamente, um com as forças políticas com assento parlamentar e outro com os partidos sem assento parlamentar na Assembleia da República, é estarem a falsear a democracia e influenciar os eleitores para estes irem votar sempre nos mesmos partidos que têm levado o nosso país à ruina e que estão neste momento coniventes com um ataque sem precedentes aos Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos previstos na Constituição da República Portuguesa”, conclui Bruno Fialho

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