O partido ADN – Alternativa Democrática Nacional, exige que o Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, tenha a decência de cumprir a Constituição da República Portuguesa e abstenha-se de reprovar os alunos de Vila Nova de Famalicão por estes não assistirem a uma disciplina que, legalmente, não pode ser considerada obrigatória, em vez de estar a tentar doutrinar crianças para introduzir na sociedade a normalização da “ideologia do género”.

Lisboa, 4 de Novembro de 2021 – O ADN não compreende como é possível a um Governo Socialista defender a passagem administrativa de alunos que nem sequer sabem ler ou escrever, como temos observado nos últimos anos de governação, e chumbar alunos do quadro de mérito, somente, porque os pais destes exigem o cumprimento da Constituição da República Portuguesa.

“O pai das duas crianças de Vila Nova de Famalicão que estão a defender os seus direitos Constitucionais enviou uma missiva para os partidos políticos apelando que o ajudassem a que se faça justiça neste caso, algo que o ADN se prontificou de imediato a apoiar. Ao contrário do que o Governo tenta fazer crer, aqui nunca esteve em discussão se os alunos têm de seguir as determinações ditatoriais do Ministério da Educação, mas sim, se este Ministério cumpre ou não a Constituição da República Portuguesa”, denuncia Bruno Fialho, presidente do ADN.

 “Se o Ministério da Educação decidir que o Nazismo deve ser doutrinado nas escolas portuguesas através de uma nova disciplina obrigatória, os pais têm de aceitar essa imposição que vai contra a nossa Constituição? Evidentemente que não! Então, qual a razão para que estes pais tenham de aceitar esta disciplina que também vai contra a nossa lei máxima?”, questiona Bruno Fialho.

“Todavia, seria sensato que o Ministro da Educação deixasse os Tribunais decidirem a final, sem prejudicar as crianças, ou seja, devia permitir que estes alunos continuassem a frequentar o ano em que estão, até que uma decisão judicial final venha confirmar o crime que o Ministério está a cometer contra uns miúdos que até pertencem ao quadro de honra”, considera Bruno Fialho.

“O que o Ministério da Educação está a tentar fazer é forçar o pai destas crianças a ceder à ideologia que o Governo quer impor no nosso país, pois, tendo em conta que a nossa justiça é demasiado lenta, os alunos teriam de regressar ao ano lectivo passado, que passaram com distinção de 5 valores, algo que é inadmissível. Um Governo e um Ministro que têm coragem de prejudicar crianças, apenas porque querem impor uma ideologia de género nas escolas não merecem o respeito dos portugueses”, conclui Bruno Fialho

1 Comentário

  • Postado 6 de Janeiro, 2022 1:26
    por paula maria

    em vez de não reprovar alguns alunos, o ideal seria alterar o programa desta disciplina.
    muito mais grave é a sexualidade que deverá ser ensinada no próximo ano lectivo aos alunos da pré-escolar e do básico.
    melhor ainda, rever os programas de todas as disciplinas e por os professores a transmitir conhecimento em vez de doutrinarem os alunos para a aceitação da absurdidade.

Adicione O Seu Comentário