PDR MUDOU A SUA DESIGNAÇÃO PARA ADN

ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA NACIONAL

No passado dia 28 de Setembro, o Tribunal Constitucional emitiu o acórdão n.º 765/2021, aprovando as alterações referentes à denominação, estatutos, sigla e símbolo do PDR – Partido Democrático Republicano, nascendo o partido ADN – Alternativa Democrática Nacional.

Lisboa, 12 de Outubro de 2021 – O ADN – Alternativa Democrática Nacional é um partido interclassista e não quer ser catalogado de acordo com a velha dicotomia esquerda/direita, pois é um partido que defende o bem-comum e o primado de uma ética política há muito esquecida, tendo na sua matriz ideológica e constitutiva os valores éticos universais da liberdade, da justiça e da solidariedade.

“Esta mudança de nome tornou-se necessária por várias razões. Em primeiro lugar, a anterior designação assemelhava-se à de outros partidos no boletim de voto, o que criava alguma confusão no eleitorado. Depois, o ADN pretende ser uma verdadeira alternativa para todos aqueles que estão desiludidos com os partidos e com os políticos que, em vez de pensarem no bem-estar dos portugueses, tudo têm feito para se manterem no poder. Por último, o partido evoluiu e tem uma nova identidade que o diferencia dos restantes, inovadora, independente e sem agendas pessoais, focando-se nos temas importantes da sociedade e na defesa do bem-comum”, esclarece Bruno Fialho, presidente do ADN.

E acrescenta: “Por exemplo, na área social, assumimo-nos como um partido tendencialmente conservador, pelo que, somos defensores das instituições e valores tradicionais, tais como: a família e a educação, além dos usos, costumes, tradições e convenções, mas sem qualquer tipo de radicalismo ou tentativa de eliminar da sociedade tudo aquilo que não se enquadre naquilo que apoiamos, pois todos têm direito à sua opinião e ninguém deve ser discriminado por pensar ou agir de forma diferente”.

“Relativamente à família, consideremos que é um dos pilares da sociedade ou economia, mas tem sido muito maltratada por algumas ideologias que apenas se interessam em garantir o apoio de certos e determinados lóbis, ao ponto de já terem colocado em risco determinadas situações que sempre demos como garantidas, nomeadamente, a Segurança Social e o pagamento das nossas reformas, pois, com o problema actual da baixa natalidade é impossível criar soluções para resolver esses e outros problemas”, sustenta Bruno Fialho.

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