O ADN – ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA NACIONAL

CONGRATULA-SE PELO FIM DA “DITADURA SOCIALISTA”

O ADN – Alternativa Democrática Nacional considera que o chumbo da proposta de Orçamento do Estado veio comprovar que o Governo não esteve à altura dos enormes desafios que o país enfrentou nos últimos dois anos e que ambicionava continuar a governar com “tiques de uma ditadura socialista”.

O ADN responsabiliza o Governo pelo chumbo da proposta de Orçamento do Estado e, principalmente, António Costa, quer pela tentativa de “Venezualização” do país, quer pela imposição de uma ditadura sanitária sem nexo, que destruiu centenas de pequenas e médias empresas, fez baixar salários e dificultaram a recuperação económica de Portugal.

Desde que, em Março deste ano, solicitou a alteração do nome do partido no Tribunal Constitucional, o ADN tem vindo a preparar as próximas eleições legislativas que, desde ontem e a acreditarmos nas palavras do Presidente da República, é previsível que sejam antecipadas para fevereiro de 2022.

O ADN conta vir a apresentar nas próximas eleições legislativas, em vários distritos, personalidades da sociedade portuguesa que podem fazer a diferença na recuperação social e económica do país, pelo que, ambicionamos vir a ser uma surpresa nessas eleições.

Por essa razão, Independentemente dos candidatos que podemos vir a apresentar como cabeças de lista em cada distrito, somente colocamos em hipótese participar em coligações/acordos pré ou pós eleitorais caso o(s) partido(s) envolvidos se comprometam a: criar condições para haver uma efectiva melhoria do SNS e acabar com as listas de espera para operações ou consultas de especialidade; implementar o voto obrigatório; eliminar a burocracia nos serviços públicos; vetar quaisquer políticas que promovam ou criem confusão relativamente à identidade de género dos menores de idade; melhorar o investimento público e acabar com as PPP´s que dêem prejuízo aos contribuintes; realizar uma profunda reforma dos sistemas educativo, judiciário, prisional e penal; reduzir a carga fiscal, principalmente para a classe média; combater o flagelo da pobreza e da situação dos sem-abrigo; criar mais incentivos à compra de produtos nacionais e ao aumento da natalidade, com apoios efectivos às famílias numerosas; implementar o Serviço Militar Obrigatório ou a prestação de um Serviço Cívico, como opção ao SMO; alterar a lei da nacionalidade, que é demasiado permissiva à obtenção da mesma; recusar medidas “troikianas” que a Europa tente impôr a Portugal e alterar a Constituição da República Portuguesa, para trazer o país para o sec. XXI e para que as medidas que propomos sejam passiveis de ser implementadas.

Lisboa, 29 de Outubro de 2021

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